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Gayle Morrison : Reunião para Delegados
UMA REUNI�O DE APROFUNDAMENTO
PARA OS DELEGADOS

CONVEN��O NACIONAL
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Elaborado por
Conselheira Gayle Morrison
Membro do
Corpo Continental de Conselheiros
para a
Austral�sia

T�tulo Original: A Deepening for the Delegates to the Nacional Convention

Copyright (C): Publicado por The National Spiritual Assembly of the Bah�'�s

of the Hawaiian Islands
Tradu��o: Rolf von Cz�kus

(Exceto trechos j� traduzidos em l�ngua portuguesa)

Direitos exclusivos de publica��o em l�ngua portuguesa cedidos �

Editora Bahá'í - Rua Eng. Gama Lobo, 267
20551 - Rio de Janeiro, RJ, Brasil

1a Edi��o .......................................... 1990

UMA REUNI�O DE APROFUNDAMENTO PARA OS DELEGADOS
� CONVEN��O NACIONAL
_____________________________________

01 - Quais s�o as fun��es dos delegados � Conven��o Nacional Bah�'�?

"... os acreditados representantes dos crentes,... reunidos, devem exercer n�o s� o direito vital e respons�vel de eleger a Assembl�ia Nacional, mas tamb�m realizar as fun��es de um organismo iluminado, consultivo e cooperativo que enriquecer� a experi�ncia, real�ar� o prest�gio, apoiar� a autoridade e auxiliar� as delibera��es da Assembl�ia Espiritual Nacional." (Shoghi Effendi) (01)

02 - Resumidamente, o que nos dizem as Escrituras a respeito do papel e responsabilidades da Assembl�ia Espiritual Nacional, a institui��o que os delegados s�o chamados a aconselhar e eleger?

"Quanto � Assembl�ia Espiritual Nacional, cuja inescap�vel responsabilidade � guardar a integridade, coordenar as atividades e estimular a vida de toda a comunidade, no momento presente a sua principal preocupa��o, deve ser deliberar com ansiedade como melhor permitir tanto aos crentes individuais como �s assembl�ias locais cumprirem as suas respectivas tarefas. Atrav�s dos seus repetidos apelos, da sua prontid�o em esclarecer todos os mal-entendidos e remover todos os obst�culos atrav�s do exemplo das suas vidas, da sua infatig�vel vigil�ncia, do seu elevado sentido de justi�a, da sua humildade, consagra��o e coragem, devem demonstrar �queles a quem representam a sua capacidade para desempenharem o seu papel no progresso do Plano em que tanto eles como a restante comunidade est�o empenhados." (Shoghi Effendi) (02)

"A Assembl�ia Espiritual Nacional deveria exercer todos os seus poderes para estimular a unidade entre os crentes e educ�-los na administra��o, pois este � o canal atrav�s do qual a sua vida comunit�ria deve fluir e o qual, quando adequadamente compreendido e praticado, possibilitar� que o trabalho da Causa avance a passos largos."

(Escrita em nome de Shoghi Effendi) (03)

"Seria imposs�vel nesta fase ignorar a indispensabilidade ou sobestimar o significado �nico da institui��o da Assembl�ia Espiritual Nacional - o eixo em redor do qual revolvem as atividades dos crentes... Suprema � a sua posi��o, grave a sua responsabilidade, m�ltiplos e �rduos os seus deveres. Qu�o grande o privil�gio, qu�o delicada a tarefa dos delegados reunidos, cuja fun��o � eleger estes representantes nacionais que deveriam, pela sua folha de servi�os, enobrecer e enriquecer os anais da Causa!" (Shoghi Effendi) (04)

03 - � necess�rio que um delegado participe da Conven��o Nacional?

"Os delegados eleitos devem... ficar bem esclarecidos - e ser-lhes continuamente lembrado - que � uma responsabilidade sagrada e reconhecidamente preferencial, estar presente se poss�vel em pessoa nas sess�es da Conven��o, tomar parte ativa em todo o seu procedimento, e no seu regresso, dar a conhecer aos seus amigos crentes as realiza��es, as decis�es e as aspira��es dos representantes reunidos dos crentes..." (Shoghi Effendi) (05)

04 - Como o delegado se desincumbe de suas responsabilidades se n�o pode pagar suas despesas ou se � impedido de participar na Conven��o por raz�o de doen�a ou outra ocorr�ncia inevit�vel? Pode solicitar a outra pessoa para substitu�-lo?

"Na quest�o do comparecimento de delegados �s Conven��es, a conveni�ncia dos pr�prios amigos serem auto-suficientes deve ser destacada pela Assembl�ia Nacional. Se um delegado n�o pode pagar suas pr�prias despesas para comparecer � Conven��o, a Assembl�ia Local ou os crentes da unidade eleitoral da qual o delegado prov�m, devem ser encorajados pela Assembl�ia Nacional a custear tais despesas, de modo que s� quando n�o h� disponibilidade de fundos destas fontes, a Assembl�ia Nacional � contatada para considerar oferecer ajuda financeira..."

(A Casa Universal de Justi�a) (06)

"Os direitos e privil�gios de um delegado n�o poder�o ser transferidos � outra pessoa nem poder�o ser exercidos por procura��o."

(Estatutos da Assembl�ia Espiritual Nacional) (07)

"Os delegados que n�o puderem comparecer pessoalmente � Conven��o, ter�o o direito de enviar seus votos para a elei��o dos membros da Assembl�ia Espiritual Nacional de acordo com o procedimento adotado pela Assembl�ia Nacional."

(Estatutos da Assembl�ia Espiritual Nacional) (08)

05 - Na organiza��o e administra��o da Conven��o que papel � desempenhado por um lado pela Assembl�ia Nacional e seus membros e por outro pelos delegados?

"Os membros desta (Assembl�ia Espiritual Nacional), sejam ou n�o delegados, poder�o participar plenamente da consulta e debate, mas somente os delegados poder�o votar na elei��o dos oficiais da Conven��o e na dos membros da Assembl�ia Nacional. Todo o ato dos delegados, que n�o seja a organiza��o da Conven��o, o envio de Mensagens ao Centro Mundial e a elei��o da Assembl�ia Nacional, ter� car�ter de conselho e recomenda��o para considera��o da futura Assembl�ia Nacional, em poder da qual est� a decis�o final de todos os casos que se relacionam com os assuntos da F� Bahá'í (no pa�s)."

(Estatutos da Assembl�ia Espiritual Nacional) (09)

"A ordem geral do trabalho, que se tratar� na Conven��o, ser� preparada pela Assembl�ia Espiritual Nacional, em forma de Agenda; mas, qualquer assunto relacionado com a F� Bah�'�, apresentado por quaisquer delegados, pode fazer parte das delibera��es da Conven��o, ao ser devidamente proposto e aprovado."

(Estatutos da Assembl�ia Espiritual Nacional) (10)

"A fun��o da Conven��o � puramente consultiva e embora o parecer por ela dado n�o tenha efeitos compulsivos sobre aqueles que ret�m a decis�o final em quest�es puramente administrativas, deve observar-se, mesmo assim, o maior cuidado e precau��o para que nada haja que impe�a os delegados de exercerem plena e livremente as suas fun��es. No desempenho desta sagrada fun��o, nenhuma influ�ncia, seja esta qual for, nenhuma press�o, seja qual for a sua origem, ainda mesmo que esta proviesse da Assembl�ia Nacional, deve, sob quaisquer circunst�ncias, afetar as suas opini�es ou restringir a sua liberdade. Os delegados devem estar completamente independentes de qualquer �rg�o administrativo, devem encarar a sua tarefa com absoluto desprendimento e devem concentrar a sua aten��o nos assuntos mais importantes e prementes.

"O Guardi�o cr� que o direito para a elei��o do presidente e do secret�rio da Conven��o deve ser investido nos delegados reunidos, para que n�o surja a obje��o de que os membros da Assembl�ia Nacional cessante procuram orientar o curso das consultas de um modo que seja conducente aos seus pr�prios interesses pessoais. A Assembl�ia Nacional, contudo, deve sempre vigilantemente apoiar, defender, justificar e cumprir com as cl�usulas contidas na Constitui��o e Estatutos as quais s�o t�o compuls�rias para a Conven��o como para ela pr�pria. A Assembl�ia Espiritual Nacional tem o direito de estabelecer, fazer cumprir e interpretar a Constitui��o Nacional dos Bahá'ís nesse pa�s. A Assembl�ia Nacional para se manter fiel � letra e ao esp�rito dessa Constitui��o, n�o pode criar quaisquer regulamentos, ainda que de car�ter secund�rio, que possam de qualquer modo obstruir a liberdade irrestrita dos delegados de darem o seu parecer e elegerem aqueles que segundo a sua opini�o melhor combinem as necess�rias qualifica��es para membros de um t�o elevado organismo."

(Escrita em nome de Shoghi Effendi) (11)

06 - Que tipo de atmosfera � apropriada para uma elei��o bah�'�? Que cria esta atmosfera?

"No dia da elei��o, os amigos devem participar sinceramente nas elei��es, em unidade e amizade, volvendo seus cora��es para Deus, desprendidos de tudo salvo Dele, buscando Sua orienta��o e suplicando Sua ajuda e generosidade."

(Shoghi Effendi) (12)

"Tal retid�o e conduta ['com suas implica��es de justi�a, eq�idade, veracidade, honestidade, imparcialidade e fidedignidade...'] ... deve ser exemplificada na conduta de todos os eleitores bah�'�s quando exercem seus sagrados direitos e fun��es... Deve-se faz�-la o distintivo daquele corpo dos representantes nacionais eleitos de cada comunidade bah�'�..." (Shoghi Effendi) (13)

"Mais uma vez eu seriamente apelo a cada um de voc�s, e renovo minha �nica solicita��o com todo o ardor de minha convic��o, a que fa�am antes e durante a pr�xima conven��o, ainda mais um esfor�o, desta vez mais espont�neo e altru�sta que anteriormente, e se empenhem em se acercar de sua tarefa - a elei��o de seus delegados, assim como de seus representantes locais e nacionais - com aquela pureza de esp�rito a qual, t�o somente, pode obter o mais acalentado desejo de nosso Bem-Amado." (Shoghi Effendi) (14)

"Recordemos Sua afirmativa expl�cita muitas vezes repetida de que cada Assembl�ia eleita naquela atmosfera rarefeita de abnega��o e desprendimento �, em verdade, nomeada por Deus, que seu veredicto �, verdadeiramente, inspirado, que todos sem exce��o deveriam submeter-se � sua decis�o, contentes e sem reservas."

(Shoghi Effendi) (15)

07 - O que um delegado pode fazer antecipadamente para se preparar para eleger a Assembl�ia Espiritual Nacional?

"O que os amigos devem fazer � conhecer bem uns aos outros, trocarem opini�es, associarem-se livremente e tratarem entre si dos requisitos e qualifica��es de membro, sem nenhuma refer�ncia ou aplica��o, por indireta que seja, a indiv�duos particulares..." (Shoghi Effendi) (16)

08 - Quais, especificamente, s�o alguns dos deveres e requisitos para se ser membro da Assembl�ia Espiritual Nacional?

"... entre os deveres mais proeminentes e sagrados que recaem sobre (os membros da Assembl�ia Espiritual Nacional)... est�o os que requerem que eles ganhem por todos os meios ao seu alcance a confian�a e a afei��o daqueles que � seu privil�gio servir. Seu � o dever de inquirir e conhecer as consideradas opini�es, os sentimentos prevalecentes e as convic��es pessoais daqueles cujo bem-estar � sua solene obriga��o promover. Seu � o dever de purificar, uma vez por todas, das suas delibera��es e da condu��o geral dos seus assuntos, esse ar de superior reserva, de suspeita de segredos, da atmosfera asfixiante do paternalismo ditatorial, em suma, de toda a palavra e ato que possa ter um travo de parcialidade, de egocentrismo e de preconceito. Seu � o dever, conquanto retendo nas m�os o sagrado e exclusivo direito da decis�o final, de convidar � discuss�o, dar informa��es, ventilar agravos, de receber com agrado o parecer do mais humilde e insignificante membro da Fam�lia Bah�'�, de expor os seus motivos, explanar os seus planos, justificar as suas a��es, rever se necess�rio o seu veredicto, encorajar o esp�rito de iniciativa e empreendimento individual e fortificar o sentido de interdepend�ncia e coparticipa��o, de compreens�o e confian�a m�tua entre eles por um lado e de todas as Assembl�ias locais e crentes individuais por outro." (Shoghi Effendi) (17)

09 - Que qualidades deveria um delegado enfatizar ao decidir quem seria capaz de estar a altura dos requisitos para se ser membro da Assembl�ia Nacional?

"Se considerarmos apenas as elevadas qualifica��es dos membros das Assembl�ias Bah�'�s, como enumeradas por 'Abdu'l-Bahá, ficamos plenos de sentimentos de desmerecimento e consterna��o e, ficar�amos verdadeiramente desencorajados, sen�o fosse o pensamento reconfortante de que se nos erguermos para desempenhar nobremente o nosso papel, todas as defici�ncias das nossas vidas, ser�o mais do que compensadas pelo esp�rito avassalador da Sua gra�a e poder. Deste modo compete aos delegados eleitos considerarem sem o m�nimo vest�gio de paix�o e preconceito, e respectivamente de qualquer considera��o material, apenas os nomes daqueles que melhor combinem as necess�rias qualidades de inquestion�vel lealdade, abnegada devo��o, esp�rito esclarecido, reconhecida compet�ncia e amadurecida experi�ncia." (Shoghi Effendi) (18)

"Com respeito a sua quest�o sobre as qualifica��es de delegados e membros de Assembl�ia: as qualifica��es que ele esbo�ou s�o aplic�veis verdadeiramente a qualquer um que elejamos para um posto bah�'�, qualquer que seja a sua natureza. Por�m estas s�o s� uma indica��o, n�o significam que pessoas que n�o as preencham n�o possam ser eleitas para um cargo. Devemos visar t�o alto quanto poss�vel." (Escrita em nome de Shoghi Effendi) (19)

10 - Qu�o importante � a diversidade de origem racial, �tnica ou religiosa na composi��o dos membros de uma Assembl�ia?

"Eu n�o sinto que esteja de acordo com o esp�rito da Causa impor qualquer limita��o � liberdade dos crentes na escolha daqueles de qualquer ra�a, nacionalidade ou temperamento que melhor combinem as qualifica��es essenciais para serem membros de institui��es administrativas. Devem desconsiderar as personalidades e concentrar sua aten��o nas qualidades e nos requisitos necess�rios � fun��o, sem preconceito, paix�o ou parcialidade. A Assembl�ia deveria ser representativa dos elementos mais seletos, mais diversos e capazes em cada comunidade bah�'�." (Shoghi Effendi) (20)

"Se h� alguma discrimina��o que deva ser tolerada, n�o deveria ser contra, mas sim, a favor da minoria, seja racial ou outra... toda comunidade organizada, alistada sob o estandarte de Bahá'u'lláh, deve considerar que � sua primeira e inescap�vel obriga��o nutrir, encorajar e salvaguardar toda minoria pertencente a qualquer f�, ra�a, classe ou na��o em seu seio. T�o grande e vital � este princ�pio que, em tais circunst�ncias, como no caso de um n�mero igual de votos haver sido dado numa elei��o, ou de as qualifica��es para qualquer posto estarem equilibradas entre ra�as, f�s ou nacionalidades dentro da comunidade, a prioridade deve ser concedida, sem hesita��o, ao grupo que representa a minoria, e isto n�o por outro motivo sen�o o de estimul�-la e encoraj�-la e dar-lhe uma oportunidade para promover os interesses da comunidade..." (Shoghi Effendi) (21)

11 - Como se pode pesar as vantagens da experi�ncia em compara��o com os benef�cios de "sangue novo" em uma Assembl�ia?

"N�o h� obje��o em princ�pio que uma Assembl�ia seja reelegida, quer em seu todo ou em parte, desde que os membros sejam considerados como bem qualificados para este posto. � o m�rito individual que conta. Novidade ou o mero ato de renova��o de elei��es s�o considera��es puramente secund�rias. Mudan�as no corpo de membros da Assembl�ia seriam bem-vindas desde que n�o prejudiquem a qualidade dos membros do corpo." (Shoghi Effendi) (22)

"Ele (o Guardi�o) ficou muito feliz por ver que este ano se haviam efetuado mudan�as nos membros da A.E.N., n�o, devido a quaisquer raz�es de personalidade, mas porque a mudan�a em si mesmo � ben�fica e aponta uma nova perspectiva �s discuss�es de qualquer Assembl�ia. Ele ficou tamb�m satisfeito ao ver que estas mudan�as implicaram na entrada de pessoas mais novas para a A.E.N.; com a tremenda quantidade de trabalho que este... Plano... vai trazer, esta ser� uma grande ajuda para os membros mais idosos desse organismo." (Escrita em nome de Shoghi Effendi) (23)

12 - No relat�rio dos escrutinadores a respeito do resultado da elei��o, que informa��o deve ser fornecida � Conven��o?

"O procedimento normal da Conven��o requereria que o relat�rio dos escrutinadores anunciasse o nome dos nove crentes eleitos para a Assembl�ia Espiritual Nacional e al�m disso informa��o estat�stica quanto ao saldo dos votos dados. No entanto, se a Conven��o votar para ter um relat�rio completo de parte dos escrutinadores, ou qualquer parte do mesmo, a Conven��o tem o direito de ter a informa��o que ser� em seguida apresentada pelos escrutinadores de acordo com o que foi votado pela Conven��o." (A Casa Universal de Justi�a) (24)

13 - Como deveria um delegado reagir caso esteja desapontado com o resultado da elei��o?

"Uma vez decorridas as elei��es para a Assembl�ia, os resultados deveriam ser conscenciosamente e inquestionavelmente aceitos pela totalidade do corpo dos crentes, n�o necessariamente porque representam a voz da verdade ou a vontade de Bahá'u'lláh, por�m para o prop�sito supremo de manter a unidade e harmonia na comunidade. Al�m disso, a aceita��o do voto da maioria � a �nica maneira efetiva e pr�tica para resolver um impasse em elei��es. De fato, nenhuma outra solu��o � poss�vel." (Escrita em nome de Shoghi Effendi) (25)

"Devemos respeitar a A.E.N. e a A.E. Local, porque estas s�o as institui��es fundadas por Bahá'u'lláh. Estas nada t�m a ver com as personalidades, mas est�o muito acima delas. Ser� um grande dia quando os amigos, dentro e fora das Assembl�ias, vierem a compreender completamente o fato de que numa Assembl�ia a import�ncia n�o est� nos indiv�duos, mas na Assembl�ia como uma institui��o." (Escrita em nome de Shoghi Effendi) (26)

14 - Qu�o importante � a fun��o consultativa da Conven��o? De que forma deveriam os delegados e a Assembl�ia Nacional entrante e a que sai se valerem desta oportunidade para o di�logo?

"...Eu espero que (esta carta)... servir� para assegur�-los da necessidade de adotarem em futuras conven��es o m�todo essencial de consulta ampla, franca e desembara�ada entre a Assembl�ia Nacional e os delegados reunidos. � o dever vital dos delegados de aliviarem seus cora��es, declararem seus agravos, exporem seus pontos de vista e explicarem seus motivos. � o dever da Assembl�ia Nacional dar atenta, pronta e devota considera��o �s opini�es dos delegados, pesar cuidadosamente seus argumentos e ponderar sobre seus respeitados julgamentos antes que lancem m�o do voto e empreendam chegar a uma decis�o de acordo com os ditames de sua consci�ncia. Devem explicar seus motivos e n�o impor; buscar informa��o e convidar ao di�logo." (Shoghi Effendi) (27)

"� minha firme convic��o de que � um dever sagrado, no interesse da Causa que todos n�s amamos e servimos, dos membros da nova Assembl�ia Nacional, uma vez eleita pelos delegados durante a Conven��o, procurar e ter a m�xima considera��o, tanto individual como coletivamente, pelos pareceres, as ponderadas opini�es e os verdadeiros sentimentos dos delegados presentes. Banindo de entre si todo vest�gio de reserva, de indevida retic�ncia, de superioridade ditatorial, devem com alegria e pormenor desenrolar perante os olhos dos delegados por quem foram eleitos, os seus planos, as suas esperan�as, e as suas preocupa��es. Devem familiarizar os delegados com os v�rios assuntos que ter�o de ser considerados no corrente ano, e calma e conscientiosamente estudar e pesar as opini�es e pareceres dos delegados. A recentemente eleita Assembl�ia Nacional, durante os poucos dias em que a Conven��o est� em sess�o e depois da dispers�o dos delegados, deve procurar por todos os meios ao seu alcance cultivar a compreens�o, facilitar e manter a troca de opini�es, aprofundar a confian�a, e reivindicar por todos os meios ao seu alcance o desejo de servir e promover o bem geral." (Shoghi Effendi) (28)

"A consulta��o, franca e livre, � o alicerce desta Ordem �nica." (Shoghi Effendi) (29)

15 - A liberdade de express�o e participa��o do delegado individual - em constraste com o corpo dos delegados reunidos - tem qualquer valor em particular?

"... na pr�pria raiz da Causa se encontra o princ�pio do inquestion�vel direito do indiv�duo � auto-express�o, sua liberdade de se manifestar conscientemente e expor suas opini�es." (Shoghi Effendi) (30)

"Por vezes, ou melhor, muitas vezes, os mais humildes, ignorantes e inexperientes de entre os amigos, contribuem, por pura for�a inspiradora do seu desprendimento e devo��o ardente, com a sua quota parte distinta e memor�vel, numa discuss�o..." (Shoghi Effendi) (31)

16 - Al�m dos delegados e os membros da Assembl�ia Espiritual Nacional, algu�m mais tem o direito de falar na Conven��o Nacional?

"Solicitamos que estendam um cordial convite ao Corpo Continental de Conselheiros de sua �rea para participarem de cada uma de suas Conven��es anuais. A todos os Conselheiros presentes na Conven��o deve se conceder a mesma liberdade de participa��o dada �s M�os da Causa." (A Casa Universal de Justi�a) (32)

"Os membros do Corpo Auxiliar presentes a uma Conven��o Nacional n�o t�m o direito � palavra a n�o ser que tenham sido deputizados pelo Corpo Continental de Conselheiros ou lhes seja dado o privil�gio da palavra pela Conven��o." (A Casa Universal de Justi�a) (33)

"De acordo com a ponderada opini�o do Guardi�o, ... n�o deve ser dado aos n�o-delegados o direito de interven��o direta durante as sess�es da Conven��o. S� atrav�s de um delegado acreditado lhes deve ser dada indiretamente a oportunidade de expressarem os seus sentimentos e de participarem nas delibera��es da Conven��o. Muitas complica��es e confus�es resultariam infalivelmente em dias vindouros, se uma tal restri��o n�o fosse imposta a uma reuni�o que se destina primariamente aos delegados acreditados... Tendo em mente esta restri��o, � um dever da Assembl�ia Espiritual Nacional encontrar os meios que lhe permita a obten��o de valiosas sugest�es, n�o s� do n�mero total dos delegados eleitos mas de tantos de seus colaboradores quanto seja humanamente poss�vel." (Escrita em nome de Shoghi Effendi) (3)

"Se uma sugest�o para que um n�o delegado seja permitido dirigir-se � Conven��o for aprovada pelos delegados, isto estar� correto. A Assembl�ia Nacional, todavia, deve ser cuidadosa para que tal permissibilidade n�o seja abusada, de tal forma que anule o prop�sito original de estimular os delegados privando-os do tempo limitado � sua disposi��o para desincumbirem-se de suas delibera��es vitais. Os delegados dever�o ter em mente que eles t�m assuntos a tratar e em todos estes casos os benef�cios da Conven��o dever�o ser considerados." (A Casa Universal de Justi�a) (35)

17 - Desde que o tempo de consulta na Conven��o � limitado, como pode ter continuidade o di�logo entre a Assembl�ia Nacional e os crentes ap�s a Conven��o?

"Shoghi Effendi cr� firmemente que se deve manter a consulta��o entre a Assembl�ia Espiritual Nacional e todo o corpo dos crentes, e que esta consulta��o, quando a Conven��o n�o est� em sess�o, pode melhor manter-se atrav�s do organismo das assembl�ias locais, das quais uma das fun��es essenciais � a de agirem como intermedi�rias entre as comunidades locais e os seus representantes nacionais." (Escrita em nome de Shoghi Effendi) (36)

18 - Qual deveria ser a nossa atitude em rela��o a quaisquer incidentes desagrad�veis ou decepcionantes que possam ocorrer durante a Conven��o? Como podemos ajudar a impedir tais incidentes?

"Devemos compreender nossa imperfei��o e n�o nos permitir ficar demasiadamente perturbados por causa das coisas que infelizmente ocorrem, por vezes, em Conven��es, outras vezes, em Assembl�ias ou em Comit�s, etc. Tais coisas s�o, em ess�ncia, superficiais e no decorrer do tempo ser�o superadas."

(Escrita em nome de Shoghi Effendi) (37)

"Os amigos devem ser pacientes uns com os outros e compreender que a Causa est� ainda na sua inf�ncia e que suas institui��es n�o est�o ainda funcionando perfeitamente. Quanto maiores forem a paci�ncia, a amorosa compreens�o e indulg�ncia que os crentes mostrarem uns para com os outros e para com suas limita��es, tanto maior ser� o progresso da Comunidade Bahá'í inteira, considerada como um todo." (Escrita em nome de Shoghi Effendi) (38)

"As palavras do Mestre freq�entemente repetidas, quanto � unidade e harmoniosa coopera��o entre os amigos deveriam ser cuidadosa e profundamente lembradas, agora mais do que nunca. Nada � mais contr�rio ao esp�rito da Causa do que disc�rdia e luta que s�o inevitavelmente frutos do ego�smo e da ambi��o. Desprendimento puro e servi�o altru�sta deveriam ser os �nicos motivos de cada crente verdadeiro. E a n�o ser que cada um dos amigos consiga traduzir essas qualidades em a��o vivificante, nenhuma esperan�a de posterior progresso poder� ser nutrida. � agora que a unidade de pensamento e de a��o � mais necess�ria."

(Escrita em nome de Shoghi Effendi) (39)

"Ele ficou muito satisfeito de saber que a Conven��o teve uma boa freq��ncia e que os crentes estavam entusiasmados e unidos. Uma das necessidades supremas da Causa em... � a de que os amigos deveriam unir-se, deveriam tornar-se realmente conscientes, de modo intenso, do fato de que eles s�o uma fam�lia espiritual, ligada por la�os mais sagrados e eternos do que os v�nculos f�sicos que fazem as pessoas pertencerem � mesma fam�lia. Se os amigos esquecerem todas as diferen�as pessoais e abrirem seus cora��es para um amor maior uns para com os outros por amor a Bahá'u'lláh, descobrir�o que seus poderes cresceram amplamente, atrair�o o cora��o do p�blico e testemunhar�o um r�pido crescimento da Sagrada F�..."

(Escrita em nome de Shoghi Effendi) (0)

19 - Essencialmente, qual � o prop�sito de toda a atividade administrativa bah�'�?

"A medida que o trabalho da Causa firmemente se expande, a medida que suas v�rias ramifica��es crescem em import�ncia e n�mero, � absolutamente necess�rio que tenhamos em mente este fato fundamental que todas estas atividades administrativas, por mais harmoniosa e eficientemente conduzidas que sejam, s�o t�o somente meios para um fim e devem ser consideradas como instrumentos diretos para a propaga��o da F� Bah�'�." (Shoghi Effendi) (41)

"Os amigos nunca devem cometer o erro de considerar a administra��o bah�'� um fim em si. � apenas o instrumento do esp�rito da F�. Esta Causa � uma Causa que Deus revelou � humanidade como um todo. � designada para beneficiar a ra�a humana inteira, e o �nico modo de conseguir fazer isso � pela reforma da vida coletiva da humanidade, bem como pelo esfor�o de regenerar o indiv�duo. A administra��o bah�'� � apenas a primeira forma��o daquilo que no futuro vir� a ser a vida social e as leis da vida coletiva. Por enquanto, os crentes est�o apenas come�ando a compreender e a pratic�-la devidamente. Assim, pois, devemos ter paci�ncia se algumas vezes parece ser um pouco precisa e r�gida em sua opera��o, � porque estamos aprendendo algo muito dif�cil mas muito maravilhoso - vivermos juntos como uma comunidade de bah�'�s, de acordo com os ensinamentos gloriosos."

R E F E R � N C I A S

(01) Shoghi Effendi, A Assembl�ia Espiritual Nacional, p. 19 (Bahá'í Administration, p. 79)

(02) Shoghi Effendi, A Assembl�ia Espiritual Nacional, p. 14 (Messages to Am�rica, pp. 11-12)

(03) De uma carta em nome de Shoghi Effendi, em Viver a Vida, p. 22

(04) Shoghi Effendi, A Assembl�ia Espiritual Nacional, p. 9 (Bahá'í Administration, pp. 87-88)

(05) Shoghi Effendi, A Assembl�ia Espiritual Nacional, p. 21 (Bahá'í Administration, pp. 91-92)

(06) A Casa Universal de Justi�a, em A Santidade e Natureza das Elei��es Bah�'�s, no. 33, p. 10 (em Lights of Guidance, no. 62, p. 19)

(07) A Assembl�ia Espiritual Nacional dos Bahá'ís do Brasil, Estatutos, Cap. VIII, Art. 34, �III

(08) A Assembl�ia Espiritual Nacional dos Bahá'ís do Brasil, Estatutos, Cap. VIII, Art. 34, �V

(09) A Assembl�ia Espiritual Nacional dos Bahá'ís do Brasil, Estatutos, Cap. VIII, Art. 34, �VIII

(10) A Assembl�ia Espiritual Nacional dos Bahá'ís do Brasil, Estatutos, Cap. VIII, Art. 34, �IX

(11) De uma carta em nome de Shoghi Effendi, A Assembl�ia Espiritual Nacional, p. 22

(12) Shoghi Effendi, em A Santidade e Natureza das Elei��es Bah�'�s, no 1, p. 1 (em Bahá'í Electoral Process, p. 25)

(13) Shoghi Effendi, O Advento da Justi�a Divina, pp. 42-43 (p. 37)

(14) Shoghi Effendi, em A Santidade e Natureza das Elei��es Bah�'�s, no. 2, p. 1 (Bahá'í Administration, p. 65)

(15) Shoghi Effendi, em A Assembl�ia Espiritual Local, p. 10 (Bahá'í Administration, p. 65)

(16) Shoghi Effendi, em A Santidade e Natureza das Elei��es Bah�'�s, no. 25, p. 7 (em Lights of Guidance, no. 36, p. 10)

(17) Shoghi Effendi, A Assembl�ia Espiritual Nacional, p. 29

(18) Shoghi Effendi, A Assembl�ia Espiritual Nacional, pp. 9-10 (Bahá'í Administration, p. 88)

(19) De uma carta em nome de Shoghi Effendi, em A Santidade e Natureza das Elei��es Bahá'ís no. 17, p. 5 (Principles of Bahá'í Administration, p. 72)

(20) Shoghi Effendi, em A Santidade e Natureza das Elei��es Bah�'�s, no. 11, p. 3 (em Lights of Guidance, no. 33, pp. 9-10)

(21) Shoghi Effendi, O Advento da Justi�a Divina, pp. 55-56

(22) Shoghi Effendi, em A Santidade e Natureza das Elei��es Bah�'�s, no. 16, p. (em Bahá'í Electoral Process, p. 26)

(23) Carta em nome de Shoghi Effendi, A Assembl�ia Espiritual Nacional, p. 16

(24) A Casa Universal de Justi�a, em Lights of Guidance, no. 81, p. 24

(25) Carta em nome de Shoghi Effendi, em Lights of Guidance, no. 46, pp. 12-13

(26) Carta em nome de Shoghi Effendi, A Assembl�ia Espiritual Nacional, p. 16 (em Lights of Guidance, no. 268, p. 77)

(27) Shoghi Effendi, em Lights of Guidance, no. 59, p. 18

(28) Shoghi Effendi, A Assembl�ia Espiritual Nacional, p. 19 (Bahá'í Administration, p. 79)

(29) Shoghi Effendi, A Assembl�ia Espiritual Nacional, p. 24

(30) Shoghi Effendi, em A Assembl�ia Espiritual Local, p. 18 (Bahá'í Administration, p. 63)

(31) Shoghi Effendi, A Assembl�ia Espiritual Nacional, p. 19 (Bahá'í Administration, p. 79)

(32) A Casa Universal de Justi�a, em O Corpo Continental de Conselheiros, p. 41 (em Lights of Guidance, no. 78, p. 23)

(33) A Casa Universal de Justi�a, em Lights of Guidance, no. 76, pp. 22-23

(34) Carta em nome de Shoghi Effendi, A Assembl�ia Espiritual Nacional, pp. 22-23

(35) A Casa Universal de Justi�a, em Manual de Orienta��o do Delegado, no. 8, pp. 3-4 (Lights of Guidance, no. 75, p. 22)

(36) Carta em nome de Shoghi Effendi, A Assembl�ia Espiritual Nacional, pp. 23-24

(37) Carta em nome de Shoghi Effendi, em Viver a Vida, p. 21

(38) Carta em nome de Shoghi Effendi, em Viver a Vida, p. 20

(39) Carta em nome de Shoghi Effendi, em Viver a Vida, p. 14

(40) Carta em nome de Shoghi Effendi, em Viver a Vida, pp. 21-22

(41) Shoghi Effendi, Bahá'í Administration, p. 103

(42) Carta em nome de Shoghi Effendi, em A Assembl�ia Espiritual Local, p. 29

B I B L I O G R A F I A
I - OBRA EM L�NGUA INGLESA

Shoghi Effendi, Bahá'í Administration, Wilmette, Ill.: Bahá'í Publishing Trust, edi��o de 1974

Helen Hornby, Lights of Guidance - A Bahá'í Reference File, New Delhi: Bahá'í Publishing Trust, Second revised and enlarged ed., 1988

Principles of Bahá'í Administration - A Compilation, London: Bahá'í Publishint Trust, 1973

The Bahá'í Electoral Process - Bahá'í Comprehensive Deepening Program, Wilmette, Ill.: Bahá'í Publishing Trust, 1973

II - OBRAS EM L�NGUA PORTUGUESA

Shoghi Effendi, O Advento da Justi�a Divina, Rio de Janeiro: Editora Bahá'í do Brasil, 1977

A Assembl�ia Espiritual Nacional - Uma Compila��o da Casa Universal de Justi�a, Lisboa: Assembl�ia Espiritual Nacional de Portugal, 1979

A Assembl�ia Espiritual Local - Uma Institui��o da Ordem Administrativa Bahá'í - Compilado pela Casa Universal de Justi�a, Rio de Janeiro: Editora Bahá'í do Brasil, 1979

A Santidade e Natureza das Elei��es Bahá'ís - Compilado pelo Departamento de Pesquisas da Casa Universal de Justi�a, Manuscrito, 1990

Bibliografia

A Conven��o Nacional Bahá'í - Manual de Orienta��o do Delegado - Compilado pela Assembl�ia Espiritual Nacional dos Bahá'ís do Brasil, Manuscrito, 1988

Estatutos - Assembl�ia Espiritual Nacional dos Bahá'ís do Brasil, Manuscrito, 1968

O Corpo Continental de Conselheiros - Uma Compila��o, Rio de Janeiro: Editora Bah�'�, 1985

Viver a Vida - Compilado pela Casa Universal de Justi�a, Rio de Janeiro: Editora Bahá'í do Brasil, 1975


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